sábado, 20 de dezembro de 2008

Honestidade na Adversidade



Daniel Manoel da Silva, morador de Ilhota (SC), mostra casaco feminino recebido como doação a atingidos pelas enchentes em Santa Catarina. Sua neta encontrou R$ 20 mil escondidos dentro da peça.

Uma menina de cinco anos encontrou R$ 20 mil escondidos em um casaco recebido por sua família como doação, após perder tudo na região do Alto Baú, em Ilhota, no Vale do Itajaí, durante as enchentes que castigaram Santa Catarina.

O avô da menina, Daniel Manoel da Silva, 58 anos, foi atrás do doador, que é morador de Concórdia, município no Meio-Oeste catarinense, para devolver o dinheiro. "Se o dinheiro fosse entregue nas minhas mãos, teria aceitado com certeza, pois agora precisamos. Mas é uma questão de criação, fui educado assim e estou com a consciência limpa" afirmou Daniel ao 'Diário Catarinense'. Segundo o portal, ele recebeu R$ 1 mil pela honestidade.

Deus abençoa pessoas honestas através das suas gerações.

Tiago Teodoro®

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Previsão do Tempo

Reflexão Politica

Sobre a relação entre TÉCNICA e TEORIA recorro a citação:


"Aquele que se enamora da prática, sem a ciência, é como um navegante que entra num navio sem timão ou bússola, que jamais tem a certeza de onde vai. Sempre a prática deve ser edificada sobre a boa teoria."

LEONARDO DA VINCI

sábado, 13 de dezembro de 2008

História dos Feriados



No século 19, trabalhava-se 16 horas por dia e não havia folga nem nos finais de semana.
Não é de hoje que dedicamos certos dias do calendário a homenagens. Na Roma antiga, já havia feriados religiosos como os conhecemos hoje. Divindades como Vênus eram celebradas em procissões e jogos de gladiadores.

Romanos importantes, próximos ao império, também ofereciam festas particulares nesses dias, convidando pessoas do seu círculo de amizade para um banquete - que normalmente terminava em orgia. "No entanto, isso era uma manifestação às divindades, especialmente a deuses como Dionísio, que simbolizavam um desregramento", explica Pedro Paulo Funari, historiador da Unicamp que mantém um blog semanal sobre curiosidades da Roma antiga no site de HISTÓRIA.

Na Antiguidade, havia apenas os feriados religiosos para quebrar a rotina da sociedade. Mesmo os dias que honravam imperadores (somente depois de mortos) eram baseados no divino. Só em 1789 surgiu o primeiro feriado civil. O dia 14 de julho, data da queda da Bastilha, que marcou o início da Revolução Francesa, é comemorado desde então como dia nacional do país.

Mas os feriados laicos só ganharam força 100 anos depois, devido às sucessivas lutas operárias e à solidificação da classe média. A Revolução Industrial, durante um século, obrigara homens, mulheres e crianças a passar até 16 horas trabalhando por baixos salários, sem folgas e fins de semana.

As sucessivas rebeliões ocorridas em diversos países no fim do século 19 acabaram por originar o Dia do Trabalhador, comemorado em muitos países no 1º de maio, dia em que, em 1886, a cidade de Chicago, nos Estados Unidos, parou por causa de uma greve geral.

O Brasil, que tem 12 feriados nacionais, é palco de rixas e picuinhas entre os estados acerca do ócio de seus habitantes. Há paulistas que dizem que no Rio há mais dias de folga, enquanto a Bahia é alvo nacional desse tipo de provocação. Todos os três têm, na verdade, apenas um feriado estadual. O estado que tem mais datas comemorativas é o Acre, com quatro.

Tiago Teodoro®

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Tecnologia


O Bluetooth é uma tecnologia que permite uma comunicação simples, rápida, segura e barata entre computadores, smartphones, telefones celulares, mouses, teclados, fones de ouvido, impressoras e outros dispositivos, utilizando ondas de rádio no lugar de cabos. Assim, é possível fazer com que dois ou mais dispositivos comecem a trocar informações com uma simples aproximação entre eles. Que tal saber um pouco sobre como o Bluetooth funciona e conhecer mais algumas de suas características?

O que é Bluetooth?

Bluetooth é um padrão global de comunicação sem fio e de baixo consumo de energia que permite a transmissão de dados entre dispositivos compatíveis com a tecnologia.

Atenção:
Para que seja possível atender aos mais variados tipos de dispositivos, o alcance máximo do Bluetooth foi dividido em três classes:

Classe 1: potência máxima de 100 mW, alcance de até 100 metros;
Classe 2: potência máxima de 2,5 mW, alcance de até 10 metros;
Classe 3: potência máxima de 1 mW, alcance de até 1 metro.

História.

A história do Bluetooth começa em meados de 1994. Na época, a empresa Ericsson começou a estudar a viabilidade de desenvolver uma tecnologia que permitisse a comunicação entre telefones celulares e acessórios utilizando sinais de rádio de baixo custo.

Em 1997, o projeto começou a despertar o interesse de outras empresas que, logo, passaram a fornecer apoio. Por conta disso, em 1998 foi criado o consórcio Bluetooth SIG (Special Interest Group), formado pelas empresas Ericsson, Intel, IBM, Toshiba e Nokia. Note que esse grupo é composto por dois "gigantes" das telecomunicações (Ericsson e Nokia), dois nomes de peso na fabricação de PCs (IBM e Toshiba) e a líder no desenvolvimento de chips e processadores (Intel). Essa diversidade foi utilizada para permitir o desenvolvimento de padrões que garantissem o uso e a interoperabilidade da tecnologia nos mais variados dispositivos.

A partir daí, o Bluetooth começou a virar realidade, inclusive pela adoção desse nome. A denominação Bluetooth é uma homenagem a um rei dinamarquês chamado Harald Blåtand, mais conhecido como Harald Bluetooth (Haroldo Dente-Azul). Um de seus grandes feitos foi a unificação da Dinamarca, e é em alusão a esse fato que o nome Bluetooth foi escolhido, como que para dizer que a tecnologia proporciona a unificação de variados dispositivos. O logotipo do Bluetooth é a junção de dois símbolos nórdicos que correspondem às iniciais de Harald.


Fonte: Site Info Wester

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Vida e Cidadania


Crianças que vivem perto de áreas verdes engordam menos, diz estudo
Cientistas acreditam que arborização pode combater obesidade infantil. Motivo é que, com áreas verdes, crianças brincam mais fora de casa.

Pais preocupados com um potencial risco de obesidade em seus filhos deviam se preocupar menos com junk-food e mais com os arredores de suas casas. Um novo estudo, conduzido nos Estados Unidos, mostra que o risco de obesidade aumenta mais, conforme há menos áreas verdes por perto.

A explicação? Só pode ser a mais óbvia, dizem os pesquisadores. "Crianças e jovens vivendo em vizinhanças arborizadas tiveram resultados menores nos índices de massa corporal na segunda medição, presumivelmente por conta de aumento de atividades físicas ou tempo gasto fora de casa", afirmam os cientistas, em artigo publicado na última edição do "American Journal of Preventive Medicine".

O grupo de Janice Bell acredita que os resultados podem ser importantes na definição de políticas públicas contra a obesidade. "A arborização pode servir de alvo para estratégias ambientais de prevenção da obesidade infantil", escrevem os pesquisadores.

Tiago Teodoro®